Desde 1989, a CITES proibiu o comércio internacional de marfim de elefantes, com algumas exceções altamente controladas.
Muitos países, como China, EUA e União Europeia, já aprovaram leis internas para proibir também o comércio doméstico.
O comércio de chifre de rinoceronte é igualmente proibido, mas a caça furtiva continua.
Sinais de recuperação e esperança:
Elefantes africanos: Em alguns países (como Quênia e Botsuana), as populações vêm apresentando sinais de recuperação graças a áreas de proteção e monitoramento.
Rinocerontes brancos do sul: chegaram a apenas algumas dezenas no século XX, mas esforços de conservação aumentaram a população para milhares hoje. Ainda assim, a caça furtiva segue sendo um risco enorme.
Morsas: não sofrem tanta pressão de caça ilegal como os elefantes e rinocerontes, mas enfrentam o aquecimento global e a perda do gelo marinho.
Órgãos e ONGs de proteção:
Existem organizações internacionais e nacionais que lutam pela defesa desses animais:
CITES (Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção): é um acordo global assinado por mais de 180 países que regula o comércio de espécies ameaçadas, incluindo marfim e chifres.
IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza): monitora o estado de conservação das espécies e apoia políticas de proteção.
WWF (World Wide Fund for Nature): atua em campanhas contra o comércio de marfim e na proteção dos habitats.
IFAW (International Fund for Animal Welfare) e TRAFFIC: trabalham para reduzir a demanda e combater o tráfico.
ONGs locais na África e Ásia (como Save the Elephants e Ol Pejeta Conservancy) fazem vigilância e projetos de conservação em campo.
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