O MOVIMENTO JOVEM CLIMÁTICO LIDERADO POR GRETA T. PERDE FORÇA POR ENTENDER COP 30 CHEIO DE PROMESSAS VAZIAS.
Greta Thunberg deixou claro em outras ocasiões que deixa de participar de COPs cujo país-sede ou condições globais (logísticas, políticas, de justiça climática) não estejam alinhadas com seus princípios, e ainda não confirmou presença na COP30.
Situação atual e desafios do movimento jovem pelo clima:
Visibilidade menor nos grandes meios / menos cobertura diária
Movimentos como Fridays for Future tiveram momentos de intenso destaque (ex: 2018-2020), com greves escolares, protestos globais, mas depois disso há uma queda de “hype” nos grandes meios. Isso não necessariamente significa que diminuíram, mas que talvez o que fazem seja menos “notícia de massa” ou que os veículos deem menos espaço.Cansaço, dispersão, politização e polarização
Parte dos jovens se desanima por promessas não cumpridas; há críticas de que as COPs muitas vezes resultam em declarações vagas, metas sem mecanismos fortes de fiscalização, atrasos, financimentos escassos ou mal aplicados. Esse tipo de frustração pode dispersar ativistas ou levá-los a buscar outras formas de ação (local, comunitária, juridica).
O que se espera para a COP30:
A presidência brasileira está empenhada em ampliar a participação social, inclusive de jovens.
Existência de uma plataforma chamada COP30 Youth Climate Champion (liderada por Marcele Oliveira) que vai conectar iniciativas jovens do mundo todo para contribuir com a agenda de ação da COP30.
Representantes jovens vão ser escolhidos para participar, por exemplo, com duas pessoas por bioma no Brasil, como forma de inserir perspectivas locais e diversificadas.
Há também essa ideia de “Ethical Global Stocktake” (Avaliação Global Ética) para trazer mais participação pública nos compromissos nacionais (NDCs) — ouvindo afetados, comunidades ‒ jovens, indígenas, etc.
Possíveis riscos / o que pode não se cumprir
Histórico mostra que muitas decisões e promessas de COPs enfrentam problemas para se tornarem realidade:
Falta de mecanismos de implementação e fiscalização fortes.
Financiamento insuficiente para países em desenvolvimento para adaptar-se/climatizar-se, especialmente para reparações de perdas e danos.
Problemas logísticos, políticos ou diplomáticos (pressão de indústrias de combustíveis fósseis, interesses econômicos conflitantes).
Diferenças entre o que se anuncia (promessas ou metas) e o que realmente se executa em prazos concretos.

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