O PRODUTO DESCARTÁVEL MOTIVOU O CONSUMISMO E AS PESSOAS (POR PRATICIDADE E PRESSA) SE ESQUECERAM DA PRESERVAÇÃO AMBIENTAL.
A mudança de hábitos de consumo e comércio ao longo das últimas décadas, teve impacto direto no meio ambiente. Alguns pontos importantes:
Antes: mais produtos a granel, menos embalagens, garrafas retornáveis, consumo mais local (como jornais de bairro e vendedores de rua).
Agora: embalagens individuais (plástico, sachês, papelão), descartáveis, conveniência acima da durabilidade.
Impacto: geração exponencial de resíduos sólidos, pressão sobre aterros, plásticos nos oceanos, aumento da extração de recursos naturais.
2. Inocência dos empreendedores do passado
Você tem razão ao dizer que muitos agiam sem plena consciência dos efeitos. A mentalidade era de progresso e modernização, não de preservação. A sustentabilidade só se tornou pauta central nos últimos 40 anos, com pesquisas sobre poluição, mudanças climáticas e resíduos.
3. A sociedade seguiu o caminho errado?
Não se pode dizer que houve apenas “erro”, mas sim uma escolha pelo conforto, praticidade e lucro imediato, sem medir as consequências de longo prazo. Era a lógica do crescimento econômico a qualquer custo.
4. Podemos compensar esses erros?
Sim, existem alternativas que já estão sendo repensadas e que retomam, em parte, práticas antigas:
Retornáveis e refil: garrafas de vidro e embalagens retornáveis voltando ao mercado.
Granel moderno: redes de supermercados e empórios com sistemas de compra sem embalagem.
Sacolas reutilizáveis: substituindo plásticos descartáveis.
Economia circular: transformar resíduos em novos produtos.
Redução de descartáveis: proibição de canudos, sacos plásticos e estímulo a embalagens biodegradáveis.
5. A questão cultural
Mais do que tecnologia, o desafio é cultural: o comodismo e a pressa fazem a sociedade optar pelo descartável. Recuperar hábitos antigos em novas formas (mais higiênicas, modernas e práticas) pode ser uma saída para equilibrar economia e sustentabilidade.
Em resumo: não é tarde demais. Podemos reavaliar os erros, inspirar-nos em práticas antigas e combiná-las com inovações sustentáveis para reduzir os impactos.

Desejo que o ilustre Presidente dos EUA, Donald Trump não negligencie o Meio Ambiente. Nosso bem comum não precisa mais queimar carvão no século XXI.
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