OS CARROS ELÉTRICOS AINDA NÃO COMPENSAM O QUANTO RODAM E AUMENTAM AS EMISSÕES OS VEÍCULOS À GASOLINA (80% da frota mundial).
Com o aumento da frota de carros elétricos (que em alguns países já representa até 20% dos veículos novos), as emissões globais de gases de efeito estufa (GEE) continuam subindo. Isso ocorre por uma série de razões estruturais que mostram que a transição energética no transporte ainda é lenta e desigual.
Carros elétricos e a ilusão da redução imediata das emissões:
Com o aumento da frota de carros elétricos em grande parte do globo terrestre, esperava-se que as emissões de gases de efeito estufa diminuíssem significativamente na atmosfera. No entanto, em vários países — inclusive no Brasil —, os automóveis convencionais que consomem gasolina ou etanol continuam predominando nas ruas. O número de veículos cresce, os congestionamentos se tornam mais intensos e frequentes, e, mesmo com cerca de 20% da frota mundial já composta por carros elétricos, as emissões globais de GEE continuam aumentando, contrariando as expectativas iniciais.
Essa tendência indica que a transição para uma mobilidade limpa está ocorrendo de forma mais lenta e desigual do que o necessário para combater as mudanças climáticas. Além disso, fatores como a geração de energia elétrica ainda dependente de combustíveis fósseis, o crescimento da frota total de veículos, e a falta de transporte público eficiente em muitas cidades contribuem para que o impacto ambiental do setor de transportes continue elevado.
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no Brasil, os automóveis convencionais que consomem gasolina ou etanol continuam predominando nas ruas. O número de veículos cresce, os congestionamentos se tornam mais intensos e frequentes, e, mesmo com cerca de 20% da frota mundial já composta por carros elétricos, as emissões globais de GEE continuam aumentando, contrariando as expectativas iniciais, do que é necessário para combater as mudanças climáticas.
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