RISCO EPIDEMIOLÓGICO - FALTOU NA COP. 30 CRIAR UM FUNDO PARA CONSERVAÇÃO DOS SANTUÁRIOS DA VIDA SELVAGEM.
A aproximação crescente de animais silvestres às áreas urbanas, causada por desmatamento, queimadas, expansão agrícola e fragmentação dos ecossistemas, aumenta muito o risco de transmissão de patógenos para humanos. Esse fenômeno é chamado de spillover, e foi exatamente o que originou várias doenças emergentes, como Ebola, HIV, Nipah e possivelmente SARS-CoV-2.
Perda de habitat obriga animais a buscar alimento e abrigo nas cidades.
Maior contato entre fauna, humanos e animais domésticos, criando “pontes epidemiológicas”.
Estresse ecológico facilita a disseminação de vírus entre espécies na natureza.
Redução de predadores e da diversidade desequilibra populações de reservatórios naturais.
Quanto menor a biodiversidade, maior o risco epidemiológico. A natureza funciona como um amortecedor: ecossistemas íntegros “diluem” patógenos.
FALTOU NA COP-30 :
A COP discute muito carbono, mas pouca atenção é dada à relação direta entre:
Desmatamento
Colapso da biodiversidade
Saúde humana e risco pandêmico
De fato, faltou uma proposta concreta como:
Fundo Global de Santuários de Vida Selvagem:
Com objetivos como:
Proteger e restaurar habitats críticos para impedir o deslocamento da fauna.
Financiar corredores ecológicos para evitar que animais migrem para cidades.
Monitoramento de zoonoses na natureza antes que cheguem aos humanos.
Pesquisas e ações de conservação comunitária.
Proteção de áreas megadiversas, como Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica.
Hoje, investir em biodiversidade não é só ambientalismo — é segurança sanitária global.
Se destruirmos a biodiversidade, nós entramos na fila da extinção:
Não de uma vez, mas por:
pandemias cada vez mais frequentes,
crises alimentares,
colapso climático,
perdas econômicas gigantescas,
instabilidade social.
A humanidade só existe porque ecossistemas funcionam. Sem eles, não há saúde, comida, água ou clima estável.

A aproximação crescente de animais silvestres às áreas urbanas, causada por desmatamento, queimadas, expansão agrícola e fragmentação dos ecossistemas, aumenta muito o risco de transmissão de patógenos para humanos.
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