DESCOBERTO ZOGUE-ZOGUE, O PEQUENO NOTÁVEL QUE SERPENTEIA PELA COPA DAS ÁRVORES DA AMAZÔNIA-LEGAL (MT).
O macaco “zogue-zogue” de Mato Grosso (nome científico: *Plecturocebus grovesi), descrito recentemente pela ciência, está criticamente ameaçado de extinção e mobiliza biólogos, ONGs e comunidades locais para tentar salvar a espécie.
Como ele vive:
Habitat: vive em florestas tropicais ao longo de rios, movimentando-se principalmente nas copas das árvores.
Comportamento social: como outros titis, forma grupos familiares estáveis, geralmente com um casal e seus filhotes.
Dieta: alimenta-se de frutas, folhas e outras partes vegetais, e tem papel importante na dispersão de sementes, contribuindo para a manutenção da floresta.
Locomoção: usa a cauda preênsil para se equilibrar e mover-se entre os galhos.
Habitat: vive em florestas tropicais ao longo de rios, movimentando-se principalmente nas copas das árvores.
Comportamento social: como outros titis, forma grupos familiares estáveis, geralmente com um casal e seus filhotes.
Dieta: alimenta-se de frutas, folhas e outras partes vegetais, e tem papel importante na dispersão de sementes, contribuindo para a manutenção da floresta.
Locomoção: usa a cauda preênsil para se equilibrar e mover-se entre os galhos.
Situação crítica da espécie:
O zogue-zogue enfrenta uma crise de conservação muito severa:
Classificação: está classificado como Criticamente em Perigo (CR) na Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), o nível mais alto de risco antes da extinção na natureza.
Perda de habitat: a espécie já perdeu mais de 40% de seu habitat florestal, e projeções indicam que até 86% do habitat pode desaparecer nas próximas décadas sem ações efetivas de conservação.
Fragmentação: o desmatamento — especialmente no chamado Arco do Desmatamento no norte de Mato Grosso — tem quebrado a floresta em pedaços isolados, dificultando a reprodução e migração entre grupos.
Isolamento local: há relatos de grupos de zogue-zogue confinados a áreas menores do que quatro campos de futebol, cercados de pastagens e infraestrutura humana, sem possibilidade de dispersão natural.
Ações de conservação em andamento:
Várias iniciativas estão em curso para tentar conter o declínio da espécie:
Reflorestamento e restauração ecológica: comunidades locais e ONGs plantam árvores nativas para reconectar fragmentos florestais, criando “corredores” que permitam que grupos de zogue-zogue se movimentem e se reproduzam.
Mobilização da sociedade: propostas de leis municipais e campanhas ambientais têm colocado o zogue-zogue como um símbolo local da biodiversidade, ajudando a conscientizar sobre sua importância e fragilidade.
Monitoramento científico: pesquisadores da Universidade Federal de Mato Grosso e instituições parceiras acompanham dados populacionais, uso do habitat e impactos de atividades humanas, para orientar planos de conservação eficazes.
Várias iniciativas estão em curso para tentar conter o declínio da espécie:
Reflorestamento e restauração ecológica: comunidades locais e ONGs plantam árvores nativas para reconectar fragmentos florestais, criando “corredores” que permitam que grupos de zogue-zogue se movimentem e se reproduzam.
Mobilização da sociedade: propostas de leis municipais e campanhas ambientais têm colocado o zogue-zogue como um símbolo local da biodiversidade, ajudando a conscientizar sobre sua importância e fragilidade.
Monitoramento científico: pesquisadores da Universidade Federal de Mato Grosso e instituições parceiras acompanham dados populacionais, uso do habitat e impactos de atividades humanas, para orientar planos de conservação eficazes.
Por que isso importa:
O zogue-zogue é um ícone da biodiversidade amazônica, mas também um sinal de alerta sobre como a destruição acelerada das florestas tropicais ameaça espécies únicas antes que possamos entendê-las completamente — tanto ecologicamente quanto culturalmente.
O zogue-zogue é um ícone da biodiversidade amazônica, mas também um sinal de alerta sobre como a destruição acelerada das florestas tropicais ameaça espécies únicas antes que possamos entendê-las completamente — tanto ecologicamente quanto culturalmente.

Comunidades locais e ONGs plantam árvores nativas para reconectar fragmentos florestais, criando “corredores” que permitam que grupos de zogue-zogue se movimentem e se reproduzam.
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